Agência: Actua ComunicaçãoTeste
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A visagem de Prudentópolis
Essa história já virou causo de família, tanto que chegou em sua terceira geração. De tão contada e recontada, hoje posso falar sobre ela com propriedade de quem viu, presenciou e até rezou pra espantar a visagem.
Para que todos entendam, visagem é a forma como chamam fantasma, assombração, alma de outro mundo, lá na cidade de Prudentópolis e em outros recantos Brasil. E para que não precisem recorrer ao Google Maps, Prudentópolis é uma pequena cidade situada no Paraná. Cidadezinha onde nasci.
O causo que conto se passou lá pela década de 70, no sítio que ficava no interior do interior do Paraná. Sim, porque Prudentópolis já é interior, mas o sítio dos meus avôs era ainda mais no interior.
Nessa época visagem era coisa séria, ninguém se atrevia a brincar com elas. Sair de noite era coragem para poucos, afinal, ainda nem tinha chegado a eletricidade pra aquelas bandas.
Apesar do medo e de todas as histórias que se contavam daquelas almas penadas que andavam vagando pela terra, nunca ninguém tinha presenciado nada de tão concreto quanto o fato que irei contar.
Certa noite, logo depois do sol desaparecer e a casa ficar iluminada pelos lampiões, minha avó, meu avô, minha mãe (uma criancinha ainda) e meus tios se preparavam para dormir. Porém algo inesperado começava a acontecer.
Um barulho muito suspeito foi ouvido, vinha do sótão. E o barulho só aumentava. Minha avó teve a certeza que não queria ter: era visagem.
As crianças se esconderam, chorando desesperadamente.
Minha avó começou a rezar e conversar com aquela alma em desespero. Ela dizia para alma falasse o que a impedia de passar para o outro plano, o que aquela humilde família podia fazer por ela, era só a visagem falar que eles fariam. Mas a visagem não passava mensagem alguma, só continuava seu incessante barulho de terror.
A noite passou, ninguém dormiu. Minha avó rezou alguns terços compadecidas daquela pobre alma.
O dia amanheceu.
De repente, a visagem resolveu manifestar seu desejo. O barulho começou a se aproximar da saída do sótão. Minha avó protegeu as crianças e todos olharam apreensivamente.
A visagem se revelou. Era uma das galinhas do sítio que tinha ficado presa e só conseguiu sair orientada com a luz do dia.
Todos riram, era inevitável.
E apesar da surpresa, não deixamos de temer as visagens. Afinal, nunca se sabe quando pode aparecer uma.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Casos de sucesso - Minister
Cliente: Minister
Criação: Souslik Bredy Schmidt e Cristiane Hardt
Direção de criação: Anderson Lange
Mídia: Cristiane Wollinger de Braga
Atendimento: Robson Luís de Lara
Aprovação: Jorge Goetten
Produtora: Triciclo
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Colégio Castelo
Cliente: Colégio Castelo
Criação: Souslik Bredy Schmidt e Cristiane Hardt
Direção de criação: Gustavo Monteiro
Mídia: Cristiane Wollinger de Braga
Produção Gráfica: Olívia Gonçalves de Souza
Planejamento: Thayse Taba
Atendimento: Robson Luís de Lara e Tony Anderson Franz
Aprovação: Ivoli Masson
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Profissão: redatora publicitária
Essa profissão “publicitário” sempre traz um pouco de dúvida para quem não é da área. Quem nunca passou pela dificuldade de explicar para sua família qual é o seu trabalho. Cada cargo dentro da profissão gera dúvidas e conclusões, no mínimo, curiosas.
Se você falar que é diretor de arte, por exemplo, já vão pensar que seu cargo é de muita importância e que seu salário é equivalente.
“Poxa, o cara é diretor”.
Mal sabem o que esse pobre diretor de arte passa.
Falar que é atendimento, então, pode parecer, simplesmente, que você é atendente, no máximo, vendedor externo, já que visita clientes.
E quando você fala que é redator publicitário.
“O que você faz?”
“Então, eu escrevo para campanhas publicitárias.”
“Legal, você escreve para jornal? É jornalista?”
“Não, escrevo para anúncios, tanto de jornal como comerciais para TV, rádio, entre outras coisas.”
Você percebe que um ponto de interrogação está estampado no rosto de quem perguntou. Meio sem jeito, resolve tentar explicar de outra forma. Você fala que seu trabalho envolve criatividade.
Pronto, agora eles começam a achar que você é uma máquina de fazer frases criativas.
“Sabe prima, preciso de uma frase bem boa pra ganhar um DVD, num prêmio da escola.”
Parece simples, você aperta um botão no redator e sai uma frase pronta.
Precisa de uma boa ideia?
Nome para empresa?
Aperte no menu, estas opções estão dispostas de forma alfabética.
Como explicar que frases não são automáticas?
Isso já é assunto para outros posts.




